domingo, 13 de dezembro de 2015

Análise - Tekken (série)


Começaremos fazendo uma análise geral da série de jogos de luta Tekken! Uma franquia quase tão antiga quanto outros jogos de luta como Mortal Kombat ou Street Fighter.

L. Patrick: 10/10...não precisa dizer mais nada.

Bom...sendo isso uma análise e não a sua mera opinião de fanboy viciado, nós iremos um pouco mais a fundo na questão.

L. Patrick: Mas olha essa história! Os personagens! Esses golpes!! AS MÚSICAS!!1!11!!!

Sim. Vou olhar. Com um bom olhar crítico.

Patrick: Você tá falando assim só porque já ganhei 50 vezes seguidas com 2 PERFECTS de você?


…Não.

L. Patrick: ¬-¬

...

L. Patrick: ¬-¬

...

L. Patrick: Há.


Enfim...Tekken foi um dos primeiros jogos de luta a se arriscar nos polígonos esticados e enormes que era o 3D na época. Veio no mercado para concorrer com grandes títulos como The King Of Fighters, Virtua Fighters e outros como os já citados. Muitos dos quais usavam sprites 2D como arte principal. O que mais se arriscou entre eles em entregar um fotorrealismo foi Mortal Kombat, por usar imagens de pessoas reais em suas sprites de 
personagens.

L. Patrick: Imagina a dificuldade pra fazer essas animações e golpes em 3D! Quase dá pra contar os quadrados que tem em cada personagem!











Um grande diferencial da época era que seus comandos eram divididos em 4 botões que permitiam controlar cada membro do corpo do personagem independentemente. Tornando o ato de jogar algo mais intuitivo. Assim realizar alguns combos acabava sendo algo um pouco mais natural. Mesmo que isso significasse apertar todos os botões, um chute com a perna esquerda sempre seria feito com o botão da perna esquerda.

L. Patrick: Claro que isso não impede que surjam combinações impossíveis de se fazer. Mas nada como a prática levando à perfeição, certo?







A história de Tekken gira em torno do grande torneio de artes marciais “The King of Iron Fist Tournament” (Tekken = Punho de Ferro) e a empresa Mishima Zaibatsu que, além de financiar o torneio, tem uma importância global em questões econômicas, políticas e militares.

L. Patrick: Eles controlam a parada toda, resumindo.









A partir disso, gera-se uma disputa de poder entre a família Mishima que envolve tentativas de homicídio que variam desde arremessar familiares dentro de vulcões até dezenas de robôs bombados tentando matar as mesmas pessoas que foram atiradas nos vulcões.

L. Patrick: Todas falham!


Realismo é algo um tanto relativo quando tratamos de jogos. Ainda mais de jogos de luta. Podemos ir um pouco mais além e pensar nos jogos de luta japoneses. Tekken não foge da regra. Saindo um pouco da história, Tekken procura ser bastante fiel aos golpes de cada personagem para que se encaixem ao seu estilo de luta retratado. O que não impede de existirem técnicas impossíveis de serem executadas com as leis gravitacionais que regem nosso universo atualmente. Tudo isso para tirar um

L. Patrick: “WOOOOOOOW OLHA ESSE GOLPE QUE LOUCO!!!!!!”
do jogador.

Seja realista ou não, é um jogo como outro qualquer nessa categoria. Sempre existem chutes voadores absurdos que faz com que você tenha que pensar duas vezes antes de decidir se vai mesmo se defender de algo que vem na altura da sua testa. Sério. Um chute certeiro no nariz pode facilmente virar um soco no pé em questão de alguns frames.


L. Patrick: Quer realismo? Vai jogar UFC!



É...acho que até lá tem seus empecilhos....
Tenso...

L. Patrick: Tenso...













Recentemente lançou a versão do mais novo jogo da séria para arcades japoneses. Tekken 7 conta com novos personagens originais, aumentando ainda mais a representatividade de nações no jogo (mesmo que por algumas vezes um tanto falhas) e ainda com a presença inusitada de Akuma de Street Fighter! Algo que deve cobrir a ausência de Tekken x Street Fighter, que havia sido prometido para este ano.

Já que falamos de personagens, vale notar que outro grande diferencial da série é que em nenhum jogo de sua franquia foram realizadas vendas de personagens extras ou versões diferentes para o mesmo jogo com conteúdo adicional. Todos os jogos contaram com seus personagens desbloqueáveis simplesmente pelo ato de jogar. A palavra DLC mal entra no vocabulário de Katsuhiro Harada (criador da série).

L. Patrick: Sim, é com você mesmo, Capcom!




Como comentado acima, o jogo sempre procurou cada vez mais representar as diferentes partes do mundo com personagens de diferentes nacionalidades e estágios que procuram exibir elementos culturais e naturais de cada localidade.

L. Patrick: Alguns um tanto preconceituosos, mas que estão melhorando ao longo do tempo.

É seguro dizer que Tekken tem muito mais prós do que contras se tratando de um jogo de luta. A trilha sonora sempre se mostrou impecável ao longo de todos os jogos da franquia. Além da variedade de personagens e estilos de luta próprios.





L. Patrick: Jogue. Sério. Vale a pena.


Comentem o que acham do jogo  e da análise como um todo! Sua opinião é muito importante para adicionar conteúdo à postagem!


Até a próxima!



Murilo / Lucas Patrick

0 comentários :

Postar um comentário